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O que acontece se alguém consumir ômega 3 em excesso por um longo período?

As cápsulas de óleo de peixe e ômegas são facilmente encontradas nas prateleiras de qualquer farmácia. Mas começar a tomá-las por conta própria pode ser um desperdício de dinheiro —e até perigoso para a saúde. Por isso, a recomendação clássica de consumir mais frutas, verduras, legumes e peixes, e evitar produtos processados, continua sendo válida.

Existem diferentes fontes de ômega-3 disponíveis no mercado, sendo as mais comuns o ômega-3 de óleo de peixe e o ômega-3 de algas. Ambas as fontes oferecem benefícios para a saúde, porém, apresentam características distintas que podem influenciar na escolha e experiência do consumidor. Muito mais do que um simples nutriente, o ômega-3 tem sido objeto de numerosas pesquisas científicas que revelam uma ampla gama de benefícios para a saúde. Estudos têm demonstrado que o consumo de ômega-3 pode ter efeitos positivos em várias áreas do organismo, desde a saúde cerebral até a gestação, memória, visão e processos inflamatórios.

Desse total, entre 20% e 23% deve ser composto por ácidos graxos poli-insaturados ou monoinsaturados, como o ômega 3, enquanto a ingestão de ácidos graxos saturados deve ser inferior a 10%, e o consumo de colesterol deve ser mantido abaixo de 300 mg. Além disso, pessoas que apresentam deficiência de ômega-3 no organismo, como evidenciado por exames ou pela própria percepção de carência das fontes alimentares na dieta, podem se beneficiar da suplementação. Ainda, os suplementos de ômega-3 podem ser indicados como uma medida protetiva para certas condições de saúde pelo profissional de saúde especializado. Com relação aos seus benefícios, os ácidos graxos ômega 3 EPA e DHA, em concentrações adequadas, são importantes por auxiliar na redução de triglicerídeos.

Para que serve o ômega 3?

O ômega 3 não apresenta ação direta na perda de peso, mas ajuda nos efeitos anti-inflamatórios e no controle da fome, o que ajuda o sistema imunológico como um todo a funcionar melhor. Um estudo recente apontou a relação entre quantidades muito altas de ômega 3 no organismo e o aparecimento de tumores malignos. Um estudo publicado no Journal of the National Cancer Institute relaciona o excesso de ômega 3 no organismo à maior incidência de câncer Omega 3 essential de próstata. Porém, esta relação ainda não está totalmente clara e não deve ser estabelecida com base em apenas um estudo. Além disso, é importante lembrar que a duração do uso do ômega 3 pode variar de acordo com as necessidades individuais e das indicações fornecidas para cada paciente. Fatores como condições de saúde, histórico familiar e objetivos pessoais, devem ser levados em consideração ao determinar a duração do tratamento.

Pode tomar ômega 3 por quanto tempo?

Ômega 3: saiba se você precisa mesmo suplementar e seus reais benefícios

Sua matéria-prima possui padrão de qualidade da GOED (Global Organization for EPA and DHA ômega-3), que são referências de excelência na indústria global, o que ajuda a garantir que os consumidores tenham acesso a produtos de alta qualidade. Sabe-se que os ácidos graxos ômega 3 desempenham funções únicas e importantes para o completo funcionamento do corpo como um todo e, em especial, do cérebro e do sistema nervoso. Uma análise sistemática de diversos estudos em seres humanos demonstrou resultados diferentes para os ácidos graxos ômega-3 derivados de suplementos. Os estudos iniciais que indicaram que as gorduras ômega-3 podem trazer benefícios à saúde vieram de estudos de observação de pessoas que se alimentavam de peixe, não de óleo de peixe. Os ácidos graxos ômega-3 são fundamentais para a estrutura das nossas células e ajudam a manter em funcionamento o nosso coração, pulmões, vasos sanguíneos e o sistema imunológico. A humanidade evoluiu graças ao perfeito balanceamento entre esses dois tipos de gordura.

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De acordo com estudo publicado nos Arquivos Brasileiros de Cardiologia, o excesso de ômega 3 no organismo tende a levar à peroxidação lipídica das membranas. O fenômeno de peroxidação lipídica está associado ao início de processos inflamatórios como a aterosclerose que, em estados avançados, contribui para a ocorrência de infartos e AVC isquêmico. A ingestão de ômega 3 é associada à prevenção e ao tratamento de doenças, por isso seu consumo é estimulado.

Dormir pouco ou dormir mal impacta negativamente diversas áreas da vida, inclusive a alimentação. A privação de sono leva a uma maior vontade de consumir alimentos ricos em açúcar e gordura, porque o cérebro está buscando uma fonte rápida de energia para combater a fadiga. Isso pode contribuir para o ganho de peso e outros problemas de saúde a longo prazo.

Quanto à duração do uso, é possível consumir diariamente, mas isso pode variar conforme estratégias nutricionais, sendo aconselhável buscar orientação de um profissional de saúde para determinar o período adequado de consumo. Os ácidos graxos ômega 3 têm recebido grande atenção de estudos científicos nos últimos anos devido aos diversos papéis na promoção da saúde e redução do risco de doenças. Eles são ácidos graxos de cadeia longa, essenciais para o organismo e que desempenham funções únicas e insubstituíveis para o completo funcionamento do corpo como um todo e, em especial, do cérebro e sistema nervoso.

Mas, quando administrado a pessoas com comprometimento cognitivo leve (uma condição associada ao aumento do risco de progressão para demência), foram encontrados benefícios. Existem outros componentes do peixe, como as proteínas, vitaminas A e D, iodo e selênio, que podem ser responsáveis pelos benefícios à saúde, em conjunto ou isoladamente. Como não existe uma indicação que seja universal para todo mundo, um médico ou nutricionista podem ajudá-lo nessa avaliação.